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	<title>Frequência Máxima &#187; Report</title>
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		<title>Reportagem Paredes de Coura 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 13:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terminou na madrugada de domingo a 17ª edição do Festival de Paredes de Coura.

Num ano marcado pela ausência de patrocinador oficial e pelo regresso da chuva, Paredes de Coura conseguiu novamente surpreender os milhares de festivaleiros que rumaram ao norte, vindos das mais diversas zonas do país e também da vizinha Espanha, para ver bandas como Franz Ferdinand, Patrick Wolf, Peaches, Nine Inch Nails ou The Hives.
Mundo Cão
O Frequência Máxima como habitualmente não faltou à peregrinação e acompanhou os dois últimos dias do festival que podem agora ser revistos pelos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou na madrugada de domingo a 17ª edição do Festival de Paredes de Coura.</p>
<p><span id="more-1183"></span></p>
<p>Num ano marcado pela ausência de patrocinador oficial e pelo regresso da chuva, Paredes de Coura conseguiu novamente surpreender os milhares de festivaleiros que rumaram ao norte, vindos das mais diversas zonas do país e também da vizinha Espanha, para ver bandas como Franz Ferdinand, Patrick Wolf, Peaches, Nine Inch Nails ou The Hives.</p>
<div id="attachment_1184" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/Mundo-Cão-pdc.jpg"><img class="size-full wp-image-1184 " title="Mundo Cão" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/Mundo-Cão-pdc.jpg" alt="Mundo Cão" width="560" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Mundo Cão</p></div>
<p>O Frequência Máxima como habitualmente não faltou à peregrinação e acompanhou os dois últimos dias do festival que podem agora ser revistos pelos ouvintes da Cidade Hoje. Na sexta-feira, dia 31 de Julho, o anfiteatro natural da Praia Fluvial do Tabuão acolheu perto de 23 mil pessoas, ansiosas pelas actuações da provocadora e irreverente Peaches e dos Nine Inch Nails que pouco antes do festival anunciaram que esta seria a última digressão. Mas a noite começou cedo, por volta das 19h00, com a subida a palco do actor agora cantor Pedro Laginha e os seus Mundo Cão. Oriundo de Braga, o colectivo, ainda a ganhar experiência em palco, passou em revista grande parte dos temas do seu segundo álbum “A geração da matilha”, cujas letras são da autoria do genial Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta) e Valter Hugo Mãe, que também actuou nesta edição no estreante palco Palavras na Relva.</p>
<div id="attachment_1186" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/Peaches.jpg"><img class="size-full wp-image-1186 " title="Peaches" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/Peaches.jpg" alt="Peaches" width="560" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Peaches</p></div>
<p>Seguiram-se no alinhamento os Portugal The Man, que embora com Portugal no nome vieram dos Estados Unidos para nos apresentar o rock progressivo do seu álbum “The Satanic Satanist” e os aguardados Blood Red Shoes que abriram para Peaches, detentora de alguns dos melhores momentos desta 17ª edição. Electrizante, inesperada, provocadora, Merril Beth Nisker que já foi professora primária é um animal em palco que sabe cativar o público. Cantou em crowdsurfing, protagonizou instantes de culturismo, obrigou os festivaleiros a tirarem a t’shirt e ainda gravou a cena. Peaches fica na memória como uma das melhores prestações deste festival.</p>
<div id="attachment_1187" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/Trent-Reznor-Nine-Inch-Nails.jpg"><img class="size-full wp-image-1187 " style="margin-bottom: 5px; margin-right: 5px;" title="Trent Reznor (Nine Inch Nails)" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/Trent-Reznor-Nine-Inch-Nails.jpg" alt="Trent Reznor (Nine Inch Nails)" width="300" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">Trent Reznor (Nine Inch Nails)</p></div>
<p>O palco Nokia terminou com Trent Reznor e o industrial dos Nine Inch Nails, naquela que será provavelmente a última actuação da banda em Portugal. Perante uma legião de fãs vestida a rigor que começou bem cedo o mosh, os NIN revisitaram os clássicos da carreira, terminando com o incrível “Hurt” cantado em uníssono pela audiência de Paredes de Coura. Poucas palavras há a dizer sobre um adeus tão emotivo. Ficam por isso os vídeos do youtube e as centenas de fotos disponíveis na internet.</p>
<p>Chegamos ao dia 01 de Agosto, último dia do festival que abriu com a prestação de Manel Cruz, ex-vocalista dos Ornatos Violeta, actualmente a cargo do projecto solo alternativo Foge Foge Bandido que tem corrido as salas de espectáculo do país. “O amor dá-me tesão/Não fui eu que estraguei” foi o mote para este concerto que embora tenha tido direito a encore começou a meio-gás. Por volta das 20h30, soaram os espanhóis The Right Ons, repescados do palco Ibero Sounds no qual actuaram o ano passado, e que acabaram por ser uma espécie de presente aos muitos espanhóis que nos últimos anos têm vindo ao festival.</p>
<div id="attachment_1190" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/The-Hives.jpg"><img class="size-full wp-image-1190  " title="The Hives" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/08/The-Hives.jpg" alt="The Hives" width="560" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">The Hives</p></div>
<p>O cartaz prosseguiu com os australianos Howling Bells, bem liderados pela voz melancólica de Juanita Stein, e por Jarvis Cocker, ex-líder dos Pulp, que protagonizou um concerto animado e com elevado sentido de humor, uma escolha acertada para antecipar a entrada triunfal dos suecos The Hives. Com um rock explosivo, carregado de energia, a banda esteve em permanente contacto com o público, levando-o à histeria – que o digam os seguranças que não tiveram mãos a medir para travar os sucessivos mergulhos no fosso entre as grades e o palco. É caso para perguntar como é que um país tão frio dá à luz uma banda com tamanha capacidade de entretenimento? Bem-haja à organização pela escolha dos The Hives como banda de fecho desta edição.</p>
<p>Paredes de Coura regressa em 2010, entre os dias 28 e 31 de Julho.</p>
<p>Texto: Carina Silva<br />
Fotografias: Gentilmente cedidas por Hugo Lima</p>
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		<title>O Rock de Yann Tiersen em Famalicão</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 15:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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O instrumentalista e compositor francês Yann Tiersen regressou mais uma vez à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
O compositor provou mais uma vez que não é apenas o músico que fez a música das bandas sonoras &#8220;O Fabuloso Destino de Amélie&#8221; e &#8220;Adeus, Lenine!&#8221;. Mostrou que existe muito mais além destas duas obras.

O público menos conhecedor do trabalho de Yann Tiersen não parece ter ficado desiludido com a atmosfera que o concerto tomou. Rock, pos-rock, experimental e muitas distorções de guitarra foi a principal ementa deste concerto. Sem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/yann_tiersen_casadasartes_2009_01.jpg"><img class="size-full wp-image-1173 alignnone" title="yann_tiersen_casadasartes_2009_01" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/yann_tiersen_casadasartes_2009_01.jpg" alt="yann_tiersen_casadasartes_2009_01" width="580" height="437" /></a></p>
<p>O instrumentalista e compositor francês Yann Tiersen regressou mais uma vez à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.</p>
<p><span id="more-1172"></span>O compositor provou mais uma vez que não é apenas o músico que fez a música das bandas sonoras &#8220;O Fabuloso Destino de Amélie&#8221; e &#8220;Adeus, Lenine!&#8221;. Mostrou que existe muito mais além destas duas obras.</p>
<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/yann_tiersen_casadasartes_2009_02.jpg"><img class="size-full wp-image-1175 alignnone" title="yann_tiersen_casadasartes_2009_02" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/yann_tiersen_casadasartes_2009_02.jpg" alt="yann_tiersen_casadasartes_2009_02" width="580" height="434" /></a></p>
<p>O público menos conhecedor do trabalho de Yann Tiersen não parece ter ficado desiludido com a atmosfera que o concerto tomou. Rock, pos-rock, experimental e muitas distorções de guitarra foi a principal ementa deste concerto. Sem piano ou acordeão como em outros concertos que o Grande Auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão assistiu.</p>
<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/yann_tiersen_casadasartes_2009_03.jpg"><img class="size-full wp-image-1176 alignnone" title="yann_tiersen_casadasartes_2009_03" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/yann_tiersen_casadasartes_2009_03.jpg" alt="yann_tiersen_casadasartes_2009_03" width="580" height="434" /></a></p>
<p>Este foi com menos tradição parisiense e mesmo os temas mais clássicos tiveram um sabor a moderno e alternativo.</p>
<p>O concerto foi bastante curto e registou uma afluência notável.</p>
<p>Edgar Costa | 05.07.2009</p>
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		<title>Uma viagem ao mundo encantado das CocoRosie</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O concerto aconteceu a 20 de Junho, sábado, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.
Foi perante um Centro Cultural Vila Flor em lotação esgotada que a magia aconteceu naquela que foi a mais longa noite do ano. E, digo eu, que melhor forma pode haver de dar as boas vindas ao Verão, do que ao som da singularidade das irmãs CocoRosie, sentada numa plateia que se rendeu aos primeiros minutos? Acreditem em mim, a experiência só pode ser descrita como arrepiante.
Sierra Rose e Bianca Leilani Casady formaram ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1144" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="coco-rosie-ccvf" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/07/coco-rosie-ccvf-300x199.jpg" alt="coco-rosie-ccvf" width="300" height="199" />O concerto aconteceu a 20 de Junho, sábado, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.</p>
<p><span id="more-1143"></span>Foi perante um Centro Cultural Vila Flor em lotação esgotada que a magia aconteceu naquela que foi a mais longa noite do ano. E, digo eu, que melhor forma pode haver de dar as boas vindas ao Verão, do que ao som da singularidade das irmãs CocoRosie, sentada numa plateia que se rendeu aos primeiros minutos? Acreditem em mim, a experiência só pode ser descrita como arrepiante.</p>
<p>Sierra Rose e Bianca Leilani Casady formaram as CocoRosie em 2003, após uma separação forçada pelo divórcio dos pais. Afastadas geograficamente durante vários anos, seguiram caminhos e formações diferentes, que lhes permitiu criar um projecto altamente experimental que explora o imaginário infantil e encantado, onde quase tudo é permitido. Em palco, a harpa, o piano, as flautas e as percussões misturam-se com sons produzidos por instrumentos como brinquedos ou vulgares objectos do quotidiano, para recriarem um universo às vezes exótico, outras vezes infantil e doce, e outras vezes quase holístico.</p>
<p>Previsto para durar cerca de hora e meia, o concerto de CocoRosie passou em revista temas dos seus vários álbuns, dando assim lugar a momentos musicais tão diversos como o hip-hop, mais característico do primeiro álbum, “Word to the crow” que nunca chegou a ser lançado; os sintetizadores e o beat box de álbuns como “La maison de mon rêve” e “Noha’s ark” e, ainda, o drum n’bass e o indie de “The adventures of Ghosthorse and Stillborn” editado em 2007. Também “Coconuts, Plenty of Junk Food”, um EP que apenas está à venda nos concertos da digressão, foi apresentado nesta performance em Guimarães, através de momentos a capella que contaram com alguns convidados especiais em palco.</p>
<p>Assistir a uma actuação de CocoRosie é um convite à surpresa, que o digam as centenas de pessoas que aplaudiram o table dance improvisado de Bianca, ou que acederam ao pedido de Sierra para imitar um animal selvagem durante a música. Mas as surpresas multiplicaram-se ao longo do espectáculo e quase a terminar, Sierra decidiu projectar um excerto de um vídeo de apologia à sensualidade do corpo da mulher, finalizando a intervenção com o grito “Vagina power”. Com direito a dois encores (e bem que poderiam ter sido três ou quatro) exigidos pelo público e que ainda nos deram tempo para dançar ao som da versão de Kevin Little  “Turn me on”, a vinda das CocoRosie a Guimarães pode ser desde já considerada como uma das melhores apostas na programação do CCVF para o ano de 2009.</p>
<p>Texto: Carina Silva</p>
<p>Fotos: Gentilmente cedidas pelo CCVF</p>
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		<title>Shout Out Louds ao vivo Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 01:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Shout Out Louds actuam dia 26 de Junho no Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão

Conhecidos pela música que fez parte de uma campanha publicitária de uma operadora de telemóveis portuguesa, estrearam-se no ano passado em solos nacionais.
Os bilhetes já estão à venda e custam 25 euros.
shoutoutlouds.com
myspace.com/shoutoutlouds
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1046" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="shout_out_louds" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/05/shout_out_louds.jpg" alt="shout_out_louds" width="330" height="247" />Shout Out Louds actuam dia 26 de Junho no Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão<br />
<span id="more-1045"></span><br />
Conhecidos pela música que fez parte de uma campanha publicitária de uma operadora de telemóveis portuguesa, estrearam-se no ano passado em solos nacionais.</p>
<p>Os bilhetes já estão à venda e custam 25 euros.</p>
<p><a href="http://www.shoutoutlouds.com" target="_blank">shoutoutlouds.com</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/shoutoutlouds" target="_blank">myspace.com/shoutoutlouds</a><br />
<a href="http://casadasartes.blogspot.com/" target="_blank">Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão</a></p>
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		<title>Brasileiros Monobloco e jamaicano Buju Banton estreiam-se em Portugal no Delta Tejo</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 22:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os brasileiros Monobloco e o músico jamaicano Buju Banton são as estreias do festival Delta Tejo, que decorrerá de 03 a 05 de Julho no Alto da Ajuda, em Lisboa.
Os Monobloco (na foto) – grupo de percussão composto por 20 elementos que mistura samba, batucada, funk e marchinha – são um dos conhecidos grupos do Carnaval brasileiro e abrem o festival no dia 03, com uma actuação que vai do pórtico de entrada até ao palco principal.
A outra estreia na 3ª edição do Delta Tejo, também no primeiro dia do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/monobloco.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1008" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="monobloco" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/monobloco-300x200.jpg" alt="monobloco" width="300" height="200" /></a>Os brasileiros Monobloco e o músico jamaicano Buju Banton são as estreias do festival Delta Tejo, que decorrerá de 03 a 05 de Julho no Alto da Ajuda, em Lisboa.<span id="more-1007"></span><br />
Os Monobloco (na foto) – grupo de percussão composto por 20 elementos que mistura samba, batucada, funk e marchinha – são um dos conhecidos grupos do Carnaval brasileiro e abrem o festival no dia 03, com uma actuação que vai do pórtico de entrada até ao palco principal.</p>
<p>A outra estreia na 3ª edição do Delta Tejo, também no primeiro dia do festival, é a do músico jamaicano Buju Banton, um &#8220;clássico do reggae&#8221;, que no Alto da Ajuda irá apresentar músicas do álbum que editará em breve.</p>
<p>Os Orishas, grupo de hip hop e funk latino, os brasileiros Skank e os argentinos Bajofondo, que misturam tango com música electrónica, completam o programa do Palco Delta do <strong>primeiro dia</strong> do festival.</p>
<p><strong>No dia 04 (sábado)</strong>, o Palco Delta é, à semelhança de 2008, dedicado às vozes femininas. Por aí passarão os portugueses Bossa Nossa, numa reedição de temas clássicos portugueses, Sara Tavares, que apresentará em estreia um novo álbum com sonoridades de hip hop e R&amp;B, os portugueses Deolinda e a brasileira Vanessa da Mata.</p>
<p><strong>No dia 05 (domingo)</strong> – terceiro e último dia do festival –, o Palco Delta começa por acolher os portugueses NBC, um grupo de hip hop, seguindo-se os angolanos Irmãos Verdades, o brasileiro Alexandre Pires e a banda brasileira Calypso.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.myspace.com/monobloco" target="_blank">myspace.com/monobloco</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>SWR Barroselas Metalfest (12ª Edição)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 00:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Convidados VIP]]></category>
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		<category><![CDATA[metal]]></category>

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		<description><![CDATA[A 12ª Edição do Barroselas Metalfest realiza-se nos dias, 30 de Abril, 1 e 2 de Maio na localidade de Barroselas.

29 de Abril (Quarta-feira)  &#8211; 22h00 &#124; Entrada livre
DORNENREICH [ austria ] &#8211; acoustic set
30 de Abril (Quinta-feira)  &#8211; Abertura de portas 19h00
AKERCOCKE [ uk ]
UNMERCIFUL [ usa ]
DORNENREICH [ austria ]
AD HOMINEM [ france ]
ROMPEPROP [ holland ]
INSIDIOUS DECREPANCY [ usa ]
RECTAL SMEGMA [ holland ]
DESPISE [ czech republic ]
WE ARE THE DAMNED [ portugal ]
ALCOHOLOCAUST [ portugal ]
1 de Maio (Sexta-feira) &#8211; Abertura de portas 15:00
THE HAUNTED [ ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.swr-fest.com/"><img class="alignleft size-full wp-image-980" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="swr12" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/swr12.jpg" alt="swr12" width="400" height="382" /></a>A 12ª Edição do Barroselas Metalfest realiza-se nos dias, 30 de Abril, 1 e 2 de Maio na localidade de Barroselas.</p>
<p><span id="more-979"></span></p>
<p><strong>29 de Abril (Quarta-feira)  &#8211; 22h00 | Entrada livre</strong><br />
DORNENREICH [ austria ] &#8211; acoustic set</p>
<p><strong>30 de Abril (Quinta-feira)  &#8211; Abertura de portas 19h00</strong><br />
AKERCOCKE [ uk ]<br />
UNMERCIFUL [ usa ]<br />
DORNENREICH [ austria ]<br />
AD HOMINEM [ france ]<br />
ROMPEPROP [ holland ]<br />
INSIDIOUS DECREPANCY [ usa ]<br />
RECTAL SMEGMA [ holland ]<br />
DESPISE [ czech republic ]<br />
WE ARE THE DAMNED [ portugal ]<br />
ALCOHOLOCAUST [ portugal ]</p>
<p><strong>1 de Maio (Sexta-feira) &#8211; Abertura de portas 15:00</strong><br />
THE HAUNTED [ sweden ]<br />
ABSU [ usa ]<br />
EVILE [ uk ]<br />
MACHETAZO [ spain ]<br />
MOURNFUL CONGREGATION [ australia ]<br />
CORPUS CHRISTII [ portugal ]<br />
GREY DATURAS [ australia ]<br />
YEAR OF NO LIGHT [ france ]<br />
BLACKLODGE [ france ]<br />
LEGACY OF BRUTALITY [ spain ]<br />
MORBID DEATH [ portugal ]<br />
GWYDION [ portugal ]<br />
DEMON DAGGER [ portugal ]<br />
ECHIDNA [ portugal ]<br />
EQUALEFT [ portugal ]<br />
CRYSTALLINE DARKNESS [ portugal ]</p>
<p><strong>2 de Maio (Sábado) &#8211; Abertura de portas 15h00</strong><br />
SODOM [ germany ]<br />
ORIGIN [ usa ]<br />
URGEHAL [ norway ]<br />
ESOTERIC [ uk ]<br />
GROG [ portugal ]<br />
INGROWING [ czech republic ]<br />
GAMA BOMB [ ireland ]<br />
NEHËMAH [ france ]<br />
THE FIRSTBORN [ portugal ]<br />
TORTURE SQUAD [ brasil ]<br />
SPEARHEAD [ uk ]<br />
IN THA UMBRA [ portugal ]<br />
THERIOMORPHIC [ portugal ]<br />
THE RANSACK [ portugal ]<br />
DEAD MEAT [ portugal ]<br />
HACKSAW [ portugal ]</p>
<p><strong>Bilhetes no próprio dia</strong><br />
65€ &#8211; 3 dias<br />
25€ &#8211; 30 de Abril<br />
35€ &#8211; 1 de Maio<br />
35€  &#8211; 2 de Maio</p>
<p>Mais informações no site oficial do evento &#8211; <a href="http://www.swr-fest.com" target="_blank">swr-fest.com</a></p>
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		<title>Ramp ao vivo no São Mamede</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 16:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O São Mamede recebeu na passada sexta-feira mais uma noite dedicada ao Metal. Black Burn Hate e Hacksaw abriram a noite da sexta-feira santa que se tornou rapidamente escura e pesada com o concerto memorável dos Ramp.Vinte anos passaram desde a formação inicial dos Ramp em 1989. A banda do Seixal que resistiu a períodos menos bons continua a ser uma das maiores do metal nacional. Agora constituída por Rui Duarte, Ricardo, Caveirinha, Tó Pica e Paulo regressou aos discos originais após seis anos de interregno de lançamentos.
“Visions” é o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/ramp-saomamede09-01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-909" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="ramp-saomamede09-01" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/ramp-saomamede09-01-300x225.jpg" alt="ramp-saomamede09-01" width="300" height="225" /></a>O São Mamede recebeu na passada sexta-feira mais uma noite dedicada ao Metal. Black Burn Hate e Hacksaw abriram a noite da sexta-feira santa que se tornou rapidamente escura e pesada com o concerto memorável dos Ramp.<span id="more-908"></span>Vinte anos passaram desde a formação inicial dos Ramp em 1989. A banda do Seixal que resistiu a períodos menos bons continua a ser uma das maiores do metal nacional. Agora constituída por Rui Duarte, Ricardo, Caveirinha, Tó Pica e Paulo regressou aos discos originais após seis anos de interregno de lançamentos.</p>
<p>“Visions” é o nome do novo álbum e reflecte o período mais recente da história dos Ramp. Rui Duarte considera este trabalho o mais negro da banda e diz que não é por acaso – mais guitarras e um trabalho mais áspero porque é assim que a banda se sente.</p>
<p><strong>Vinte anos de metal alternativo em concerto</strong></p>
<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/ramp-saomamede09-02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-910" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="ramp-saomamede09-02" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/04/ramp-saomamede09-02-300x225.jpg" alt="ramp-saomamede09-02" width="300" height="225" /></a>Passavam poucos minutos das 23h, quando Rui Duarte e os restantes elementos entraram em palco. As bandas anteriores já tinham animado bastante os metaleiros, vimaranenses e não só que estavam presentes na sala, bastante preenchida.</p>
<p>De vinte anos de carreira e meia dúzia de álbuns, os Ramp seleccionaram um alinhamento bastante completo e distinto dos trabalhos realizados. Dos mais variados temas, tocaram dos álbuns «Nude», «Evolution, Devolution, Revolution», «Thoughts», «Intersection» e do mais recente «Visions». Ainda foi possível ouvir a cover «Anjo da Guarda» do António Variações presente no EP Planet Earth.</p>
<p>Após duas horas de concerto terminaram com a interpretação de «Run Like an Egyptian» um tema original das Bangles.</p>
<p>Rui Duarte comprovou a excelente forma que está. Dominou por completo o palco sendo sempre bastante correspondido pelo público presente, que acompanhou a maioria dos temas em cânticos e saudações.</p>
<p><strong>Texto e fotografia</strong><br />
Edgar Costa</p>
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		<title>Mão Morta: Uma festa rígida de puro rock nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 13:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A noite no São Mamede iniciou-se com duas bandas vimaranenses: Cratera e Pornography.
Poucos minutos depois das 23 horas, Adolfo Luxúria Canibal acompanhado pelos seus cinco companheiros musicais entrou em palco. Clássico e sem adereços é assim que se tem caracterizado esta nova passagem pelos palcos.
O espectáculo iniciou-se com o tema que dá o nome à digressão, «Ventos animais» do segundo disco «Corações Felpudos». Seguiu com «Budapeste», «Tetas da Alienação», «E se depois» e «Tu disseste», momento em que Luxúria dança efusivamente parecendo inspirado por Ian Curtis dos Joy Division.
Nas primeiras ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/03/mao-morta-sao-mamede.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-866" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="mao-morta-sao-mamede" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/03/mao-morta-sao-mamede.jpg" alt="mao-morta-sao-mamede" width="432" height="324" /></a>A noite no São Mamede iniciou-se com duas bandas vimaranenses: Cratera e Pornography.</p>
<p>Poucos minutos depois das 23 horas, Adolfo Luxúria Canibal acompanhado pelos seus cinco companheiros musicais entrou em palco.<strong> Clássico e sem adereços</strong> é assim que se tem caracterizado esta nova passagem pelos palcos.</p>
<p><span id="more-864"></span>O espectáculo iniciou-se com o tema que dá o nome à digressão, «Ventos animais» do segundo disco «Corações Felpudos». Seguiu com «Budapeste», «Tetas da Alienação», «E se depois» e «Tu disseste», momento em que Luxúria dança efusivamente parecendo inspirado por Ian Curtis dos Joy Division.</p>
<p>Nas primeiras palavras da noite, Adolfo Luxúria Canibal confessou: <strong>“adoro vir a Espanha porque apostam na cultura nacional”</strong>, <strong>“e cada vez que venho a Espanha tenho vergonha de ser português”</strong>. O público responde à primeira provocação da noite e Adolfo pede aos presentes que não levem a mal o seu comentário.</p>
<p><a href="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/03/mao-morta-sao-mamede21.jpg"><img class="size-full wp-image-868 alignnone" title="mao-morta-sao-mamede21" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/03/mao-morta-sao-mamede21.jpg" alt="mao-morta-sao-mamede21" width="576" height="432" /></a></p>
<p>Os Mão Morta exploraram o vasto repertório de canções e manifestos. Ao todo, perto de vinte temas de diversos discos de estúdio. «Charles Manson», «Em directo (para a televisão)», «Primeiro de Novembro» e «Lisboa» foram alguns dos temas.</p>
<p>O concerto terminou com «Oblá», depois de dois magníficos <em>encores</em>.</p>
<p>Texto e fotografia por Edgar Costa.</p>
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		<title>Nova Vaga do Roque Português</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 23:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grande Auditório recebeu na noite de 14 de Fevereiro a Nova Vaga do Roque Português. Actuaram seis bandas de duas emergentes editoras nacionais – Amor Fúria e Flor Caveira. Juntaram-se e tocaram pela seguinte ordem: Os Quais, Samuel Úria, Smix Smox Smux, Os Golpes, Tiago Guillul e Os Pontos Negros.
Os Quais
Os Quais, Jacinto Pires e Tomás Ferreira, apresentaram-se com o seu conceito minimalista e tiveram a difícil tarefa de abrir este conjunto de concertos. Quatro temas a duas vozes e acompanhados de guitarras acústicas, que ao terceiro tema motivaram ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grande Auditório recebeu na noite de 14 de Fevereiro a Nova Vaga do Roque Português. Actuaram seis bandas de duas emergentes editoras nacionais – Amor Fúria e Flor Caveira. Juntaram-se e tocaram pela seguinte ordem: Os Quais, Samuel Úria, Smix Smox Smux, Os Golpes, Tiago Guillul e Os Pontos Negros.<span id="more-720"></span></p>
<div id="attachment_722" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-722" title="os-quais" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/os-quais.jpg" alt="os-quais" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Os Quais</p></div>
<p>Os Quais, Jacinto Pires e Tomás Ferreira, apresentaram-se com o seu conceito minimalista e tiveram a difícil tarefa de abrir este conjunto de concertos. Quatro temas a duas vozes e acompanhados de guitarras acústicas, que ao terceiro tema motivaram a primeira agitação na plateia.</p>
<div id="attachment_724" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-724" title="samuel-uria" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/samuel-uria.jpg" alt="samuel-uria" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Samuel Úria</p></div>
<p>O músico Samuel Úria apresentou-se como um homem do norte, congratulando por diversas vezes esta zona do país. Parece ter nascido para actuar a solo. Tomou muito bem conta do palco e tem uma forma peculiar de transformar escrita em português em canções. Em tom de brincadeira disse estar a pisar solo sagrado, tocou uma versão traduzida de George Harisson (Beatles) e teve o apoio dos seus colegas (Flor Caveira) no seu último tema.</p>
<div id="attachment_725" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-725" title="smix-smox-smux" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/smix-smox-smux.jpg" alt="smix-smox-smux" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Smix Smox Smux</p></div>
<p>“Dedicado ao novo e antigo roque. E isto vai para João Aguardela (Sitiados)” foi assim que o vocalista e guitarrista se dos Smix Smox Smux se apresentou em palco. O trio bracarense a julgar pela proximidade de Vila Nova de Famalicão estava muito bem apoiado. Ao segundo tema convidou os mais próximos do palco para colaborar com a banda. Uma nova tropa surgiu em palco e apenas o abandonou no final dos quatro temas que a banda tocou.</p>
<div id="attachment_726" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-726" title="os-golpes" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/os-golpes.jpg" alt="os-golpes" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Os Golpes</p></div>
<p>A entrada d’Os Golpes em palco é feita com um pedido de Manuel Fúria, vocalista: “Todos de pé – isto é roque tradicional”. Eufórico, ruidoso e furioso foi assim o concerto d’Os Golpes que mantiveram os mais novos e excêntricos aos saltos durante todo o concerto.</p>
<div id="attachment_727" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-727" title="tiago-guillul" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/tiago-guillul.jpg" alt="tiago-guillul" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Tiago Guillul</p></div>
<p>A Tiago Guillul músico, compositor e mentor da FlorCaveira juntaram-se mais 5 elementos em palco. Inspirado pelo rock tradicional português e pela religião compareceu cheio de energia e com uns fantásticos coros. Sempre muito perto do panque-rock e do blues e country americano.</p>
<div id="attachment_721" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-721" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="pontos-negros" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/pontos-negros.jpg" alt="pontos-negros" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Os Pontos Negros</p></div>
<p>A noite foi finalizada pelos Pontos Negros que abriram o concerto com os êxitos «Conto de Fadas de Sintra a Lisboa» e «Magnifico Material Inútil». Alegres e melódicos prenderam o público até ao final.</p>
<p>Amor, caveiras, flores e fúria – são adjectivos do que aconteceu na noite do dia dos namorados na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Sem encores. Foi roque, puro roque nacional. Com direito e espaço para improvisos, ruídos e feedbacks de guitarras electrizantes numa iniciativa que devia acontecer mais vezes.</p>
<p>Casa das Artes Vila Nova de Famalicão – 14 de Fevereiro de 2009</p>
<p>Texto e fotos por Edgar Costa</p>
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		<title>Nouvelle Vague encantam em data única no Norte</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 16:34:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frequência Máxima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de uma passagem por Portugal no final de 2008 para apresentação do novo álbum, os Nouvelle Vague regressaram ao melhor estilo para uma mini-digressão que terminou domingo em Alcobaça.
O São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães conquistou a única data a Norte desta pequena tourné de cinco dias, que se realizou logo na quarta-feira, dia 04 de Fevereiro. Com uma sala muito bem composta, apesar do frio característico da cidade vimaranense a fazer-se sentir no exterior, a aguardada performance dos franceses Nouvelle Vague começou com uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-701" style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px;" title="nouvelle-vague" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/02/nouvelle-vague.jpg" alt="nouvelle-vague" width="300" height="239" />Depois de uma passagem por Portugal no final de 2008 para apresentação do novo álbum, os Nouvelle Vague regressaram ao melhor estilo para uma mini-digressão que terminou domingo em Alcobaça.<span id="more-700"></span><br />
O São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães conquistou a única data a Norte desta pequena tourné de cinco dias, que se realizou logo na quarta-feira, dia 04 de Fevereiro. Com uma sala muito bem composta, apesar do frio característico da cidade vimaranense a fazer-se sentir no exterior, a aguardada performance dos franceses Nouvelle Vague começou com uma pequena intro do músico convidado Gerald Totó, que conseguiu reunir criticas favoráveis da generalidade dos presentes que aqui e ali comentavam “tenho de investigar este gajo, gostei da postura dele”.</p>
<p>Passava pouco das 22h30 quando Melanie Pain, a voz doce dos Nouvelle Vague, acompanhada dos excepcionais multi-instrumentistas e produtores Marc Collin e Olivier Libaux – fundadores da banda – entraram em palco para aquele que se adivinhava um concerto rico musicalmente com incursões diversas ao bossa nova, ao jazz e ao new-wave, sempre com a mesma atitude festiva contagiante.</p>
<p>No alinhamento, o público ia troteando, música após música, os refrões dos grandes clássicos dos anos 70/80 que aqui aparecem em versão intimista e altamente dançante. Não faltaram os míticos “Love will tear us appart”, dos Joy Division”, “Too drunk to fuck”, dos Dead Kennedis, “Tainted Love”, dos Soft Cell, “God save the queen”, dos Sex Pistols, entre tantos outros que só de escrever já dá saudade.</p>
<p>A noite terminou com um encore obrigatório a servir de aperitivo para o concerto a 11 de Julho, no Super Bock Super Rock do Porto, a ter lugar no Estádio do Bessa.</p>
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